Sunday, 14 June 2009
Delay
The handle on my 2nd all metal fuel lever spun off the rod. I lightly sanded and JB Weld it. Should know in 24 hours if it took. Very disappointed and I don't think I can trust JB Weld to last a long long time. The JB Weld worked on the 1st metal lever, but I accidently broke one of the two prongs that connect to the fuel cock.
Tuesday, 9 June 2009
No fundo, no fundo...
...eu queria era andar de bicicleta. Estou a falar a sério! Depois de me maravilhar com o BTT durante uns anos, comecei a meditar sobre um facto que me parecia extraordinário: conhecia muita gente como eu, que era capaz de pedalar 100 km no monte, num fim de semana, ou mesmo num dia. Mas não conhecia ninguém que fizesse os 10 ou 20 km para o trabalho durante a semana sem ser de carro... Porque haveria a bicicleta de ser só um instrumento de diversão? Certamente existia ali um potencial utilitário que ninguém estava a explorar.
A realidade das estradas portuguesas e a nossa nacional obsessão com o status explicam muita coisa. A verdade é que continua a ser um acto de coragem uma pessoa ir para a estrada numa bicicleta. Apesar disso, tenho reparado num aumento considerável do número de utilizadores de bicicletas utilitárias nos últimos anos, mesmo que esta seja uma apreciação feita a "olhómetro" e não esteja baseada em estatísticas.
Para quem eventualmente ignora os perigos envolvidos na condução de um velocípede na via pública, recomendo este vídeo simplesmente magistral, feito por um ciclista parisiense.
A realidade lisboeta/portuguesa difere "apenas" no facto de não existirem ciclo faixas, nem ciclovias, nem sinalização, nem... quase nada. Parece que as autoridades da capital começam a acordar para a questão, mas como em tudo, levamos já décadas de atraso. Eu acabei por me resignar a um uso ocasional da bicicleta para transporte. Uso esse que ainda espero incrementar. Termino com uma imagem da minha "scooter" a pedais, uma bicicleta dobrável da marca Dahon que por enquanto não substitui a minha CN. Ver aqui.
A realidade das estradas portuguesas e a nossa nacional obsessão com o status explicam muita coisa. A verdade é que continua a ser um acto de coragem uma pessoa ir para a estrada numa bicicleta. Apesar disso, tenho reparado num aumento considerável do número de utilizadores de bicicletas utilitárias nos últimos anos, mesmo que esta seja uma apreciação feita a "olhómetro" e não esteja baseada em estatísticas.
Para quem eventualmente ignora os perigos envolvidos na condução de um velocípede na via pública, recomendo este vídeo simplesmente magistral, feito por um ciclista parisiense.
A realidade lisboeta/portuguesa difere "apenas" no facto de não existirem ciclo faixas, nem ciclovias, nem sinalização, nem... quase nada. Parece que as autoridades da capital começam a acordar para a questão, mas como em tudo, levamos já décadas de atraso. Eu acabei por me resignar a um uso ocasional da bicicleta para transporte. Uso esse que ainda espero incrementar. Termino com uma imagem da minha "scooter" a pedais, uma bicicleta dobrável da marca Dahon que por enquanto não substitui a minha CN. Ver aqui.
Não há duas sem três

Há alturas em que tudo nos acontece. Hoje, ao sair do trabalho fui dar com a CN já sozinha no parque. Infelizmente estava também marcada com mais um risco, oferta dos meus estimados colegas. Já a encontrei mudada de sítio, com um copo de café vazio em cima, mas a história dos riscos é um bocadinho demais. Não custava nada ter mais cuidado. Segunda feira vai haver bifes.
Wednesday, 3 June 2009
O homem da gaiola prateada

O enorme Mercedes Benz atravessa as faixas a toda a velocidade e trava impetuosamente, mesmo em frente à minha CN. Estava a controlar os seus movimentos pelos espelhos, e tinha já abrandado, pelo que aquela paragem não chegou a ser tão perigosa como poderia ter sido.
"Lá vamos nós outra vez..." pensei para com os meus botões. Nos últimos tempos pareço atrair episódios de "road rage" de cada vez que me faço à estrada. Há menos de dois meses, acabei o dia num esquálido posto da PSP, depois de um condutor me ter tentado atirar ao chão, por várias vezes, no meu percurso para casa. O meu crime de lesa-vaca-sagrada foi ter buzinado para avisar este senhor que ele estava a fazer marcha a trás para cima de mim.
Desta vez, no entanto, a culpa era minha. Momentos antes estava a tentar furar uma fila de carros pouco cooperantes, na marginal, quando inadvertidamente dei um pequeno toque no espelho de um imponente carrão de cor prata. Medindo o impacto mentalmente, achei que não valia a pena parar. Admito que o facto de se tratar de uma viatura de tantos milhares de euros também pesou na decisão, não por temer o valor que tivesse que pagar por um eventual estrago, mas porque nutro um certo desprezo por quem possui tais artefactos num país tão pobre e injusto como o nosso.
Talvez o estimado leitor considere desde logo incorrecto que se ultrapasse e circule de scooter entre veículos imobilizados. Se for esse o caso, tenho pena de si. É verdade que é ilegal, mas votar também o era, não há muito tempo atrás. Se o português é comodista e insiste em ir a todo o lado sozinho na sua intocável gaiola-sagrada, entupindo e poluindo tudo à sua passagem, eu sou obrigado a esperar também? Não me parece.
No entanto, eu sou a minoria. Por todo o lado sou relembrado desse facto. Até pelos meus próprios amigos. Sou também extremamente vulnerável encima de uma scooter, no meio de maníacos protegidos na sua armadura de lata. Poucos facilitam a passagem. Parecem querem condenar todos à tortura diária que escolheram para si próprios. Alguns chegam mesmo a fechar a passagem, atirando o carro para cima de mim. Parecem acreditar que isso é uma forma de justiça. Se eles esperam, todos têm que esperar. E se eu acabar debaixo do carro, a culpa será certamente minha, já se sabe como as motos são perigosas, não é?
O pequeno homem sai do carro, furibundo. Diz que eu lhe bati e fugi, que devo ser parvo, que sou uma besta. Gesticula, está histérico, descontrolado. Eu estou muito calmo, "vamos lá ver o estrago" convido, ignorando a forma como aquele senhor de baixa estatura se estava a expressar. Olhamos para o espelho e não vemos absolutamente nenhum dano. Nada. Se eu já o esperava, ele parece surpreendido. Em vez de tomar conforto neste facto, parece ficar ainda mais agitado. Agora diz que tenho "merda na cabeça" e que vai atirar o carro para cima de mim. Sim, é isso, vai atirar o carro para cima de mim. Diz que os ricos podem tudo e ri histericamente. Permaneço em silencio. O pequeno homenzinho usa um casaco de malha e uns óculos de aros redondos, parecendo ainda mais frágil. Podia acalma-lo com alguma violência física. A ideia ocorreu-me. Mas para quê? "Homem, vá-se embora" acabo por dizer. E no meio de mais ameaças, vou-me eu embora. Ele salta para o carro e persegue-me por alguns quilómetros. Depois desiste.
Se lhe ocorreu porque não tenho escrito nada ultimamente neste blog, esta é a resposta: o que tenho para contar é tudo tão negativo, tão triste, que prefiro não o fazer. Nesta sociedade de 5,5 milhões de sagrados automóveis e mais alguns de pessoas ignorantes e preconceituosas, é difícil andar fora do rebanho. Esperando que nem todos tenham a minha experiência, e não querendo assustar ninguém que esteja a pensar fazer-se à estrada numa scooter, eu fico por aqui.
Tuesday, 2 June 2009
Ride #2
Quick update . . . I trimmed 2 inches of my fuel line so the line is exactly 60cm at 5/16ths in diameter(manufacturer's spec) and I took a few mini rides for over 20+ minutes this evening. It's a peppy bike!
First I ran it with no airbox/bellow and it was powerful. Then I ran it with everything on and it idled a bit softer. A tune-up may be required.
Now, I need to figure out what's going on with the electrical. I need to install the tail light switch and put bulbs in the speedo, high beam, and headlight. And seal it all back up.
It's a great day!
Monday, 1 June 2009
Dilatação do tempo
Não é raro sentirmos que viajamos no tempo ao volante de uma vespa. Um capacete aberto, uma estrada de campo e uma vespa clássica são a receita mais simples de o fazer, mas confesso que até nas modernas PX consigo sentir-me no antigamente. Voltamos atrás, até ao tempo em que pouca gente tinha carro, o tempo em que a moda não era ter um diesel XPTO ou viver atolado em empréstimos. Não que se
Friday, 29 May 2009
Todos a Cáceres em Setembro!!!
Seguem aqui as primeiras informações sobre o Iº Rally Ibérico de Scooter Antigas a acontecer em Cáceres- Espanha nos dias 19 e 19 de Setembro. O Vespa Gang vai lá estar e a coisa promete...
Quem fizer a sua inscrição até dia 30 de Junho é 60 euros, Depois de dia 30 Junho fica a 80 euros, com direito a 2 noites no alojamento em Albergue, 2 pequenos almoços, 2 almoços na estrada durante os passeios, t-shirt oficial e chapa (!)...concertos, festas...ximbora lá com isso e toca a inscrever para este grandioso encontro.
Depois quero ouvir; eu estive em Cáceres e foi do melhor!!
Detalhes sobre alojamento e estadia, passeios...:
--2 noches de alojamiento (18 y 19 de septiembre) en el Albergue Municipal de Cáceres. Con TV, calefacción y cuarto de baño dentro de las habitaciones. Habitaciones de 2, 3, 4, 5 6 y 7 personas.
--2 desayunos (19 y 20 de septiembre) en el albergue
--2 almuerzos (19 y 20 de septiembre) en ruta
--Camiseta conmemorativa (Color) y chapa.
--Premios a las scooters
Actividades scooteristas:
--Sábado, 19. Salida a Paraje natural de Los Barruecos (20 km) y comida en la localidad de Torremocha (35 Km) (en fiestas)
--Domingo, 20. Ruta por Cáceres, declarada Patrimonio de la Humanidad por la Unesco y comida de despedida.
Concertos ao vivo e festas:
--Grupos confirmados: Los grupos españoles The Refoundations (Soul)+ The Dealers (R&B)+ los grupos portugueses The Profilers (Premio POP-EYE 2008 al Mejor Grupo Luso) y The Poppers (Garage-beat).
--Djs: Juan de Pablos, legendario locutor de Radio 3, Jose (Jerez), Mod 64 (Two Tone Store-Lisboa), Professor X (Vespa Gang de Lisboa)
--Durante el Rally habrá varios fotógrafos y periodistas que posteriormente narrarán en un libro (que editará la organización) las experiencias vividas durante el fin de semana.
--También se rodará un documental sobre el Festival Cáceres Pop Art, en el que tendrá un papel preponderante el I Rally Ibérico de Scooters Clásicas.
IMPORTANTE:
--Esta oferta es válida para las inscripciones que se realicen antes del 30 de junio. Los que se inscriban antes de esa fecha recibirán, además, en su casa el volumen que prefieran del CD recopilatorio
Moderno...pero español, dedicado a la escena sixties/mod española (catálogo en myspace.com/bonvivantrecords
--A partir de esa fecha, las inscripciones pasarán a costar 80 euros (eso sí, con las mismas condiciones)
Las inscriciones se harán a nombre
de la Asociación Bon Vivant en cualquier oficina de CAJA DUERO en el siguiente número de cuenta: 2104-0449-44-9144125826
Una vez hecho el ingreso, los inscritos deben confirmar su presencia en el siguiente correo electrónico:
bonvivantrecords@hotmail.com
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