Showing posts with label capacete. Show all posts
Showing posts with label capacete. Show all posts
Thursday, 19 April 2012
Capacete Hugo Bob HB.02
Recebi mais uma "libertação de pressão" (L.P.), desta vez dos senhores simpáticos da Nexx, informando do lançamento para o mercado do capacete Hugo Bob HB.02. Há pouco tempo atrás a Nexx lançou o capacete Hugo Bob HB.01 e aparece agora a segunda edição deste conceito. Acho que fizeram um belo trabalho mas podiam já ter corrigido a mesma gralha ortográfica da outra vez: aparece "Boss" em vez de "
Wednesday, 23 November 2011
Libertações de pressão
Como a Horta é uma referência blogacular incontornável no universo blogo-esférico do ponto de vista blogófilo, os meus escritórios alcatifados são regularmente inundados com o que chamamos na gíria técnica de "press releases", ou libertações de pressão. E quando digo "inundados", quero dizer duas. Apenas duas libertações de pressão. A primeira L.P. (Libertação de Pressão) vem da Nexx que esteve
Wednesday, 27 July 2011
Thursday, 28 April 2011
Nexx faz 10 anos
A Nexx comemorou uma década de existência com uma grande festa de duplo propósito onde aproveitaram para abrir uma loja, a primeira Loja NEXXSPACE. Neste novo espaço, na Curia, podes visitar a extensíssima gama de capacetes deste activo fabricante nacional. Também parece estar disponível vestuário da marca Macna, e vários Vespistas representaram a comunidade das rodas pequenas. Muitas décadas de
Monday, 14 February 2011
Edição especial Hugo Bob by Nexx
A Nexx vai lançar uma edição especial limitadíssima* de capacetes dedicada ao melhor bloguista da Cena Scooterista Clássica Nacional que há na minha rua (a velhota duas portas abaixo não conta, ela é mais automáticas e dirt-bikes). Os pormenores ainda são escassos mas aqui fica um par de fotos para vos aguçar o apetite, incluindo uma na sessão fotográfica que fiz em Milão.
*nem por isso, é só
*nem por isso, é só
Thursday, 10 February 2011
Nexx 2011
A marca nacional não pára. Para este ano teremos duas decorações novas no popular XR1.R, Motion e Armor, com várias cores à escolha. Se a versão em branco liso era a minha preferida em 2010, acho que a preto-fosco passa a ser a campeã de 2011.
XR1.R Armor (todas as fotos da Nexx)
Tecnicamente o modelo permanece idêntico, com mudanças apenas ao nível dos pormenores. O forro foi já mudado a meio
XR1.R Armor (todas as fotos da Nexx)
Tecnicamente o modelo permanece idêntico, com mudanças apenas ao nível dos pormenores. O forro foi já mudado a meio
Capacete a combinar
Como regra geral, ter um capacete a combinar com a Vespa é um crime contra o bom gosto. Neste caso particular, no entanto, abrirei uma raríssima excepção. A patine geral, as letras GTI, a miríade de deliciosos tons azuis, as peças em falta tanto na scooter como no quico, que harmonia perfeita!
Monday, 15 March 2010
Capacete para o verão?
Se nos dias que correm já ninguém discute a necessidade do uso de capacete, excepção feita aos amigos americanos, muito se discute ainda o tipo de capacete a utilizar, sobretudo em relação às scooters. Em primeiro lugar, há que distinguir os cascos, como dizem nuestros hermanos, que são homologados dos que não são homologados. Parece trivial, mas ainda há muita coisa estranha por aí. Na escola de condução onde tirei a carta, por exemplo, um dos dois únicos capacetes (abertos) disponíveis não era sequer legal, era apenas um daqueles penicos finhinhos sem homologação.
Dentro dos homologados, eu consegui acumular ao longo do tempo um exemplar de todos os tipos possíveis, pelo que passo a apresenta-los:
Capacete integral, neste caso o meu Arai. Há quem defenda que este deveria ser o único tipo de capacete permitido. É sem dúvida o que oferece maior protecção para o utilizador, e se for de boa marca será também arejado, leve, e com boa visibilidade apesar da queixeira. Este tipo de capacete permite uma boa insonorização, e uma visão sem problemas mesmo quando chove. Eu gosto muito do meu ARAI e uso-o sempre em viagens mais longas e quando chove ou faz mais frio.


Capacete modular. Este modelo, neste caso o meu Nau Spirit, muito popular também na GNR, permite abrir a parte da quixeira para facilmente falar com alguém, ou simplesmente apanhar ar. Pode-se circular com ele aberto, o que melhora substancialmente a visibilidade e a ventilação. Contra tem o peso elevado, embora existam modulares mais leves (e mais caros) e a visibilidade mais reduzida quando está fechado, provavelmente por ter uma queixeira enorme. Naturalmente não protegerá tão bem como um integral, sobretudo de estiver aberto, como é óbvio!
Capacete Jet. Aqui representado por este CMS da minha namorada, este tipo de capacete não protege a zona do queixo, mas sempre tem uma viseira que cobre toda a face e evita que pó, pedras ou insectos kamikaze atinjam o seu utilizador. É o tipo de capacete preferido por muitos scooteristas, porque não só permite excelente visibilidade na selva urbana, como deixa o ar passar pela cara. Consegue-se assim uma maior proximidade com os lugares por onde circulamos, sentido todos os cheiros, a humidade e a temperatura, em todas as suas nuances, coisa que um integral não permite. Este CMS está nas últimas, range por todo o lado e a viseira está uma desgraça. Mas foi muito barato e serviu bem durante anos.
Semi-Jet: o mais pequeno e menos protector dos capacetes legais. Neste caso, é o meu LEM. Nem do vento este pequeno capacete protege grandemente. A viseira é pouco mais que decorativa e a velocidades mais elevadas parece que me vai saltar da cabeça, pois é pouco mais que um chapéu. Já quase nem o uso, embora reconheça que é o mais arejado que tenho e talvez o mais apelativo esteticamente, ou pelo menos era quando estava menos usado.

Eu não sou dogmático nestas coisas e percebo as vantagens de cada tipo de capacete, até porque uso todos. Para confundir mais o pessoal, há por aí uma nova geração de capacetes híbridos, ainda mais polivalente que um modular convencional. Gosto especialmente deste Nolan N43. Se não tivesse já tantos em casa, era um investimento a considerar.
Dentro dos homologados, eu consegui acumular ao longo do tempo um exemplar de todos os tipos possíveis, pelo que passo a apresenta-los:
Capacete integral, neste caso o meu Arai. Há quem defenda que este deveria ser o único tipo de capacete permitido. É sem dúvida o que oferece maior protecção para o utilizador, e se for de boa marca será também arejado, leve, e com boa visibilidade apesar da queixeira. Este tipo de capacete permite uma boa insonorização, e uma visão sem problemas mesmo quando chove. Eu gosto muito do meu ARAI e uso-o sempre em viagens mais longas e quando chove ou faz mais frio.

Capacete modular. Este modelo, neste caso o meu Nau Spirit, muito popular também na GNR, permite abrir a parte da quixeira para facilmente falar com alguém, ou simplesmente apanhar ar. Pode-se circular com ele aberto, o que melhora substancialmente a visibilidade e a ventilação. Contra tem o peso elevado, embora existam modulares mais leves (e mais caros) e a visibilidade mais reduzida quando está fechado, provavelmente por ter uma queixeira enorme. Naturalmente não protegerá tão bem como um integral, sobretudo de estiver aberto, como é óbvio!
Capacete Jet. Aqui representado por este CMS da minha namorada, este tipo de capacete não protege a zona do queixo, mas sempre tem uma viseira que cobre toda a face e evita que pó, pedras ou insectos kamikaze atinjam o seu utilizador. É o tipo de capacete preferido por muitos scooteristas, porque não só permite excelente visibilidade na selva urbana, como deixa o ar passar pela cara. Consegue-se assim uma maior proximidade com os lugares por onde circulamos, sentido todos os cheiros, a humidade e a temperatura, em todas as suas nuances, coisa que um integral não permite. Este CMS está nas últimas, range por todo o lado e a viseira está uma desgraça. Mas foi muito barato e serviu bem durante anos.
Semi-Jet: o mais pequeno e menos protector dos capacetes legais. Neste caso, é o meu LEM. Nem do vento este pequeno capacete protege grandemente. A viseira é pouco mais que decorativa e a velocidades mais elevadas parece que me vai saltar da cabeça, pois é pouco mais que um chapéu. Já quase nem o uso, embora reconheça que é o mais arejado que tenho e talvez o mais apelativo esteticamente, ou pelo menos era quando estava menos usado.
Eu não sou dogmático nestas coisas e percebo as vantagens de cada tipo de capacete, até porque uso todos. Para confundir mais o pessoal, há por aí uma nova geração de capacetes híbridos, ainda mais polivalente que um modular convencional. Gosto especialmente deste Nolan N43. Se não tivesse já tantos em casa, era um investimento a considerar.
Subscribe to:
Posts (Atom)