Sunday, 18 May 2008

Medidor de compressão do motor

Há uns tempos atrás, andava a navegar pelo meu blog de Vespa / scooter português favorito, Horta das Vespas, e descobri um apetrecho qualquer para medição da compressão do cilindro e, consequentemente da vitalidade do mesmo.http://hortadasvespas.blogspot.com/2007/12/agarrou.htmlNum dos comentários vinha um link para um site de carochas brasileiro, com um DIY de um dispositivo amador. Bastava uma

Saturday, 17 May 2008

Uma manhã, quatro concelhos

Só boas ideias. Primeiro, alinhei numa caminhada numa manhã de Sábado. O meu fisioterapeuta torceu o nariz, "ainda é muito cedo" dizia, e afinal, para eu ter dores está lá ele! Depois resolvi ir ao passeio de scooter, na minha tentativa de provar que é possível ir a todo o lado gastando, estorvando e poluindo menos. (E tendo pelo caminho um gozo do caraças!)



Foi assim que esta manhã de céu limpo e amenas temperaturas me apanhou a cruzar a marginal de uma ponta à outra, de Santa Apolónia ao Cabo da Roca, cruzando os concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais e Sintra. Foram uns 120 km, mais a caminhada, que realmente foi demais para o meu pé!

Não deixa de impressionar-me como Lisboa tem sempre um trânsito muito intenso, mesmo numa manhã de fim de semana. Só depois de Cascais pude começar a descontrair e gozar os prazeres da estrada aberta. Desta vez, nada de ultrapassagens perigosas nem manobras estranhas por parte de enlatados stressados. A partir do Guincho, a estrada era minha! E que estrada. Não admira que este percurso tenha maravilhado gerações de motociclistas e scooteristas lusitanos. O conjunto de curvas que liga Cascais ao Cabo da Roca, num dia sem trânsito, são qualquer coisa de épico.


A determinada altura dei por mim a entrar demasiado depressa nas curvas. Eu, o super cuidadoso, o supra sumo da segurança rodoviária estava a dar cabo dos travões no final dos troços rectos e a enrolar o punho à saída das curvas, assim que a Scoopy endireitava. O motor andava sempre nas altas rotações e respondia muito bem. Depois os travões começaram a acusar alguma fadiga e eu ganhei juízo. As escarpas e declives que ladeiam as ultimas curvas antes do Cabo da Roca convidam à prudência.


No regresso, fiz paragem no ventoso Guincho, cheio de surfistas como de costume, e numa Cascais já preparada para a época balnear.


Que gozo passar de capacete aberto mesmo ao lado do mar, num sítio cheio de bicicletas, algumas scooters e poucos automóveis, como no centro da vila de Cascais. Por lá encontrei esta prima da Scoopy, uma Honda @ 125, que tem o mesmo motor, a mesma transmissão, mas rodas pequenas e umas roupagens diferentes.




Nada mau para aquilo que por cá se costuma chamar "o passeio dos tristes": a malta agarra no carro ao Sábado ou Domingo e vai dar uma volta pela marginal. A maioria nem chega a sair do enlatado para fazer seja o que for e como são muitos a ter a mesma ideia, é vê-los engarrafados entre Oeiras e Cascais, a passo de caracol, em qualquer fim de semana de bom tempo. O segredo para evitar esta tribo é sair cedo da cama.

Uma última palavra para os muitos ciclistas que vi pelas estradas de que tenho estado a falar. Continua a ser perigoso, continua a haver muita ignorância e desrespeito pelas bicicletas, mas dá gosto vê-los e a melhor maneira de os utilizadores de todo tipo de veículos de duas rodas reivindicarem os seus direitos é fazendo uso da estrada.

A importância das coisas simples


Há muito boa gente que descuida o elementar. Ainda ontem vi um tipo montado numa Honda Goldwing, uma mota de muitos quilos e ainda mais euros (cerca de 25.000) que levava um daqueles capacetes não homologados, a que os espanhóis chamam "quita multas". A Mota tinha todo o tipo de extras, como telemóvel com ligação sem fios, que o seu condutor usava ostensivamente. Mas não tinha um capacete eficaz, nem sequer legal. Se calhar o peso maciço da mota fazia o tipo sentir-se seguro e este tipo de ignorância e irresponsabilidade são comuns. Afinal há, como todos sabemos, quem ande de mota de calções e chinelos.

Não vou estar a falar aqui de todos os possíveis comportamentos de risco que alguns descerebrados exibem pelas nossas estradas. De todos não, só de um. As luvas! Todos os dias vejo pessoal a andar sem luvas. Assim que fica mais calor, aparecem mais motociclos na estrada. E aparecem também mais mãos a descoberto a conduzir estes veículos. Quem acha que as luvas tiram sensibilidade e não sei que mais desculpas mentecaptas, precisa de saber a história do meu amigo Nelson (um abraço, pá!). Homem do BTT dos sete costados, capaz de papar tanto 200 km em estrada como no dia seguinte descer a pista de DH em Sintra com uma perna às costas, o Nelson caiu no final de um passeio no mês passado. Tinha tirado as luvas para apanhar um pouco de sol nas mãos e eliminar as marcas brancas nas mãos que todo o bttetista exibe (o síndrome Pato Donald). Depois, uma distracção, um toque na roda de um companheiro, e... chão. A queda ocorreu num troço de ligação em asfalto e o pessoal rolava a uns 40 km/h. Esses apenas 40 km/h, uma velocidade muito modesta para um motociclo, deram azo a uma ida às urgências, com umas gramas de pele e carne a menos, um mês inteiro de baixa e grande desconforto físico. A luvas são imprescindíveis até numa bicicleta, como pode alguém andar de mota sem elas?


Para os acalorados que têm sempre a desculpa da temperatura, há luvas específicas de verão, que protegem menos, mas são muito melhor que nada. Estas são as minhas, já as tenho há quase dois anos e só posso dizer bem. As de cima, um prenda recente, salvaram as minhas mãos no acidente com o amigo do BMW que não sabe o que é aquele sinal hexagonal vermelho com umas letras...

Friday, 16 May 2008

Temos festa...

flyer_maio_europa

Hoje, sábado é a nossa festa de 2º aniversário do Vespa Gang Mod Club. Muitas presenças de amigos, membros do gang e novos aderentes já confirmadas. Os rapazes dos Olivais, The Poppers (em concerto!!) abrem as hostilidades e prometem "incendiar" a noite, depois os selectas Milkshake e Professor X prometem passar os clássicos de sempre para gáudio das várias familias...
5 euros c/ Oferta do pin member e a partir das 4h, after-party em local a divulgar para os mais resistentes até ser dia.
All nighter...MESMO. Não esquecer: Levar óculos de sol e boa disposição.

Hand Grips

Piece by piece the bike is coming together.  I am now able to work on some of the small odds and ends.  I recommend that you keep a small box of everything you aim to polish and clean on your restoration and take it inside when you are watching TV and such.  Polishing is tedious no-brain required work.  I wish I was not wasting my time with it at this point in the game.  I move back West in 26 days and my painter needs time to touch up the paint.  The bike was due in 3 days, but I bought myself an extra week.  I hope to have the bike no less than 95% complete if not 100% before it goes to the painter.


Before you install your hand grips thoroughly clean the headset bars and you can even sand with very fine sand paper the rough or rust of it. Sand perpendicular to the grips so that grips grab better. You can heat the grips up in some hot (not boiling hot) water to make them more pliable. That was not necessary for me. Use a good and rubber friendly glue and bead it from the half way point back around the whole circumference. This way you will have little to no excess glue as the grip comes to the end. Once it's al the way on check to make sure that the logo is centered in Neutral on the clutch and idle on the throttle. Now working from the midway point to the inside corner work the grip like an accordion so it will stretch out properly . Repeat for the full length of the grip now.

Note: make sure that your throttle grip does not have glue on the inside end, because it needs to spin freely.

Transmission Oil


This is the easy way to install your transmission oil. Heck, it's an easy way to run anything through these bottles, since the caps are universal. Just make yourself a cap, tighten it on the bottle, and cut the bottom off of the bottle and you're good to go -- you have an excellent funnel now. Pore your tranny oil through your funnel and it's as easy as 1-2-3 and no clean up required.

Through the funnel was pored SAE 30 non-detergent oil.

Horn

A while back, before I was scooter shop snob and became a much more picky restorer, I ordered a horn gasket from Scooter Works. I know that Palmog ordered a gasket (from who I don't know) and the rubber was poor quality and actually ate away at his paint. I am going to keep a very close eye on this gasket to be safe.

When I look at the original gasket (pictured left) verses the new gasket (pictured right), I am bummed. They clearly look different. I need NOS for this. The stock one is much more intricate and pleasing to the eye-- not to mention the diameter is larger and fits 100% perfectly in the frame is was designed for. Luckily, this is something that is easy for me to replace later on.

Using a very mild abrasive pad I polished the rust off from behind the screw and made the horn shiny. I used compressed air to clean it out behind the horn grill. I decided not to sand the rust behind the grill too much because (1) I need to get the bike to the painter very soon for touch-up and (2) I didn't want to scratch up the exposed grill by reaching sand paper down there. I did use a tooth brush to clean off the surface rust.
If memory serves me correct, when sitting in front of the horn, I attached the white wire on the left and green on the right (pictured at the very top of this post). And I also covered the terminals in a protective connection grease, which will protect the terminals from the elements and also improve the electrical connection.

I used fine grit emery paper to clean up the pitted tops of the hardware for the horn, but I will replace the hardware to shiny stainless steel after I move back West this summer. I leave in early June. At this point, my take is I won't loose it if it's installed on the bike and if it's easy to replace late . . . then no big deal.